A mulher e os dilemas da maternidade

A maternidade não é uma simples fase da vida. É um dom divino, grandioso, concedido às mulheres para cocriação de um novo ser. Criar, gerar, estar junto, mostrar o que se considera certo ou errado, valores, princípios, cultura e educação são algumas responsabilidades da maternidade. E neste lugar de amor há também conflitos internos, com uma dúvida central: manter a vida profissional ou dedicar-se exclusivamente aos filhos.

As mães que escolhem por manterem suas carreiras no período inicial de suas maternidades não escolhem uma maneira mais simples de serem mães. Embora queiram e gostem muito de seus filhos, nem sempre todas as mulheres podem abrir mão do trabalho e de suas carreiras.

Venho refletindo sobre esse tema há algum tempo, visto que não é fácil o papel da mulher na sociedade hoje. A mulher que é mãe, especialmente, recebe uma sobrecarga em nosso dia a dia.

Ao contrário do que acontecia há alguns anos atrás, a mulher de hoje busca autorrealização, igualdade no ambiente de trabalho, realização profissional e ao mesmo tempo assume o papel de mãe, esposa, dona de casa e gerente e financiadora do lar. Segundo dados do IBGE, a maioria dos lares brasileiros hoje são providos por mulheres.

Faz-se necessário refletir como nós, mulheres, estamos nos enxergando neste contexto tão sobrecarregado de tarefas e atribuições e qual é o nosso verdadeiro papel nessa sociedade, ou melhor, o papel que queremos de fato desempenhar.

Penso realmente na educação, na cultura, no lazer, na qualidade de vida como um todo da mulher brasileira. Antes de ser mãe, tinha algo planejado, pré-estabelecido nos meus moldes, como e quando queria ter meus filhos, achava realmente que tudo poderia se encaixar perfeitamente e sem atropelos, e que todas as situações da vida poderiam ser programadas e agendadas. Errei ao pensar assim, ao pensar em família como algo formatado e que posso simplesmente programar. Quando nasceu o meu primeiro filho tive a oportunidade de ver o mundo de outra forma, mas especialmente quando ganhei a minha segunda filha entrei em colapso, colapso de ideias, colapso estruturalmente. Hoje tenho três filhos, e essas três crianças, as quais possuem personalidade e comportamentos diferentes, fizeram-me repensar o meu papel como mulher e mãe.

Critica-se muito a mulher que exerce o papel de dona de casa hoje em dia, ora porque não trabalha fora, ora porque é sustentada pelo marido e em geral há a crença de que a mulher que está em casa não trabalha e que a organização da casa é algo inferior ao trabalho mercantil. Entretanto, a mulher que exerce diversos papéis, inclusive o de mãe e provedora do sustento do lar, se vê em um contexto adoecedor de pressão social, com uma sobrecarga que tem gerado um desequilíbrio emocional da mulher e a afasta do que é melhor de fato para ela. Nesse quesito tem muita coisa a ser debatida e até absorvida num ambiente em que a mulher tem sido muitas coisas, com muitos papéis, mas tem esquecido muitas vezes o que é ser mulher, sua identidade feminina, e de se ver como mulher.

A responsabilidade do cuidado dos filhos também deveria ser mais compartilhada entre o casal. E inclusive o homem, que por séculos teve seu papel definido na sociedade como genitor, patriarca e provedor do lar, tem diante dessa era seu papel em xeque. Afinal, como devem ser vistos esses papéis e qual a solução diante desse conflito de papéis? Acredito que não há uma resposta única e nem uma resposta fácil. Porém, devemos cada vez mais nos perguntar o que queremos, como mulheres. Qual o resultado das minhas escolhas para eu mesma e para aqueles que amo? E ainda questionar se sou feliz com o que busco e se vale a pena buscar algo mais.

Juliana Soares Borba é Administradora e Coach

Expandir para conquistar

Fico impressionada com a quantidade de ideias, sonhos e planos que são abortados todos os dias. Deveriam existir campanhas antiaborto para eles. Eu seria a primeira da fila a protestar a respeito de quantas possibilidades são extinguidas no “útero das ideias” – a mente -, antes mesmo de saírem pela boca, simplesmente pelo fato de as pessoas não acreditarem que são possíveis.

Tudo começa na mente. Desde uma simples cadeira até um negócio bilionário, todas as coisas iniciam como uma ideia. Alguém acredita que aquilo é possível, toma uma decisão e começa a agir: planeja, obtém recursos, executa, erra, corrige e faz o necessário para transformar a ideia em realidade.

Esse alguém não nasce pronto para o desafio. Ele não tem sucesso nos seus planos por já ter tudo o que precisa dentro de si. Não. Ele tem sucesso porque acredita que é possível. O desafio tem seu próprio papel na história: vem preparar essa pessoa e permitir que ela cresça, se desenvolva, aperfeiçoe suas habilidades, aprenda no caminho e consiga, por fim, vencer.

A ação de vencer, de conseguir a vitória, é a pura definição da superação. E quando falamos em superar a si mesmo, o que significa? Vencer a si mesmo. Acrescento ainda: vencer suas próprias crenças sobre o que é possível ou não de se realizar.

Certa vez vi no perfil do Tony Robbins a seguinte frase: “A maior força da personalidade humana é a necessidade de ser consistente com aquilo que definimos que somos”. O significado disso é tão profundo que remete ao senso de identidade de cada um. O ser humano cresce e aprende, através de suas experiências e educação, qual a melhor maneira de viver nesse mundo. Aprende o que “funciona” e o que “não funciona” para ser amado, não sofrer e, por fim, sobreviver.

Esse conjunto de crenças se refere ao mundo à sua volta, às pessoas e, especialmente, a si mesmo. Cada indivíduo cria uma concepção a respeito de quem é, quais são suas capacidades, suas possibilidades na vida, o que é esperado dele e o que ele pode esperar dos outros e da sociedade. Isso é tão forte que direciona todos os seus comportamentos e ações.

Sendo assim, o senso de identidade é o que, segundo Tony, é necessário expandir. Não necessariamente modificar, mas expandir. Torná-la maior do que é. Ampliar aquilo que cada um acredita sobre si mesmo, sobre o que pode ou não fazer, sobre o que merece ou não alcançar.

Ao expandir essa identidade, o ser humano consegue se superar e alcançar coisas que antes não conseguia. Consegue entender, vislumbrar, imaginar, projetar o que antes acreditava ser impossível.

Do contrário, a pessoa começa a sabotar os próprios esforços, a abortar suas ideias, sonhos e planos, pois não acredita na possibilidade de vencer, ser alguém melhor e ter uma vida melhor. Ao compreender quais limitações está impondo em si mesma, ela pode mudar esse pensamento e, com isso, mudar seu rumo, suas ações e seus resultados.

Pode-se dizer então que a expansão precede a superação. Antes de se ter mais – a vitória pessoal, a felicidade, o sucesso, o reconhecimento, o ganho financeiro, tudo aquilo que acompanha a superação -, é necessário acreditar e ser mais. Depois, fazer mais.

É sempre tempo de expandir para conquistar. Às vezes, um olhar de fora e o apoio correto fazem a diferença e um processo de coaching, por exemplo, pode ser o ponto de virada para isso. Permita-se!

Priscila Zart é Coach e Publicitária

Feliz 1976!

31 de dezembro de 1975, minha resolução para o próximo ano é ser feliz: brincar, comer e fazer amigos.

A felicidade é simples quando se tem seis anos de idade. É a idade do meu filho hoje. A criança ensina-nos a verdadeira resiliência, aquela que não carrega mágoa, que supera limites e nos faz enxergar o lado da bom da vida apesar, dos percalços. Por isso, com certa frequência, visito o passado e o observo a menina de “maria-chiquinha”, cheia de perguntas e uma certeza: a felicidade está nas pequenas coisas do dia a dia.

Não me prendo àquele tempo porque já não pertenço mais a ele, apenas aprecio por alguns minutos a sensação de voar alto no balanço de corda e tábua que meu pai fez especialmente para mim, no sabor da bergamota azedinha que meu avô oferecia-me ou no doce que minha avó fazia para os netos – sempre reservando o meu pedaço –, na cumplicidade da nova amizade e na mão da minha mãe protegendo-me de todo mal.

A viagem no tempo, às vezes, remete-me ao futuro. Penso no meu filho e nos desafios que ele terá pela frente. Não me prendo a esse tempo porque ainda não me pertence, apenas reflito como posso no momento presente deixar “pistas” de modo que, daqui a alguns anos, ele possa segui-las como João e Maria de volta a seu lar, seu estado de felicidade quando, por um descuido, perder-se por aí. Não sei muito desta vida apesar de ter cumprido uma boa parte dessa caminha. Mas uma coisa aprendi: viver o presente não é simples quando se tem um passado mal resolvido e um futuro tomado pela dúvida. A menina que fui, não perdia tempo pensando nas bonecas quebradas nem se perguntando como seria o seu corpo aos 49 anos. Ela deitava sobre o peito do pai e dormia o sono dos anjos, sentia o olhar atento da mãe a qualquer distância e seguia segura em suas aventuras na copa das árvores. A felicidade está em viver no presente as pequenas coisas do dia a dia. Pode ser receber um cafuné de quem se ama, tomar um banho de mangueira com a galera da quadra, colher macela na beira da estrada no passeio de Páscoa com a família… Incrível como certas coisas marcam a vida da gente.

Nenhuma delas, encontra-se no banco. Só se for no banco da praça. As grandes conquistas são importantes, com certeza, porém o que fica mesmo são as pequenas coisas do dia a dia. Ainda hoje, lembro do cheiro da minha mãe morta há mais de 30 anos enquanto me esforço-me em para lembrar a placa do meu carro. A minha “melhor amiga no verão de 1975”, com todo o respeito e carinho aos meus milhares de amigos virtuais, preenche meu coração com uma ternura de um modo que nenhuma tecnologia poderá suprir. Vivi na era do toque, do olho-no-olho, dos diários manuscritos. Não é saudosismo. É a lição que, de tempos em tempos, precisamos resgatar.

31 de dezembro de 2018, minha resolução para o próximo ano é ser feliz: brincar, comer e fazer amigos.

Andrea Guerreiro de Souza é Coach

Você já experimentou um “abraço gêmeo”?

Certa vez ouvi uma amiga separada do marido há muitos anos dizer-me: “Sinto falta de beijar na boca!”. Na época penalizei-me com tamanho desabafo, mas confesso não ter conseguido atingir a profundidade do sentimento de falta ao qual ela se referia.
Porém hoje, com mais tempo para pensar em mim, para interiorizar-me na busca do meu EU, e trabalhar debruçada na essência humana, percebi que também sinto falta, não de beijar na boca, mas sinto falta daquele Abraço!
Abraço em que o silêncio fala por si, aquele momento em que trocamos energia e nossos mais profundos sentimentos, sem nenhum preconceito.
Aquele abraço onde dois viram apenas um, os corações pulsam na mesma frequência acelerada, a respiração é profunda e lenta, mas grita alto em nossos ouvidos.
Segundos em que dois corpos ficam imóveis, colados, sentindo-se um ao outro, passando força e buscando apoio, transmitindo carinho e recebendo gratidão, exalando juntos um calor enorme, mesmo que em suas mãos o suor frio se faça presente.
Neste abraço, não há homem ou mulher, existem duas almas tentando transcender seus corpos em um reencontro divino.
Não sei, mas acho que não acredito em almas gêmeas, mas acredito que existem abraços gêmeos, momentos únicos e inesquecíveis.
Claro que tudo irá depender do que você busca quando está abraçando alguém e, o mais importante, o que você quer passar ao abraçar alguém?
Adoro abraços e adoro comer, vou tentar realizar aqui uma comparação entre ambos: alguns pratos sentimos revolta só de olhar, outros não nos dizem nada (você come apenas para matar sua fome), já alguns têm aparência e cheiro bons, mas existe aquele prato especial, que mesmo antes de começar a comer você já está em estado de graça e salivando!
O abraço é doação, é aceitação, é amar o outro. Abrace para doar sua energia positiva, seu carinho, energia vital!
Mas se não for para isso, então não abrace, apenas aperte a mão, dê um leve sorriso e se vá!
Abraços gêmeos são raros, mas existem e, se você já experimentou um destes, pode se considerar uma alma privilegiada.
Um forte abraço meu para você que leu este texto!

Lorena Fontoura

Coach e coautora das obras de Gestão Pessoal da Editora Pragmatha

O que você faria numa fração de segundos?


O que é um instante? Segundo o dicionário, é algo que está prestes a acontecer, iminente, acontecimento rápido, passageiro, espaço de segundo.
Mas prefiro refletir sobre um espaço de segundo.
O que podemos fazer com um “espaço de segundo”? Nada? Ou tudo?
Tomar uma decisão, desviar de um buraco na calçada, gritar “te odeio” em meio à briga, derrubar nosso perfume preferido, fechar a janela do quarto para não chover sobre nossa cama, cortar o dedo indicador direito. Enfim, muitas atitudes e ações podem ser realizadas em um espaço de segundo.
Um espaço de segundo, define minutos, horas, dias, anos e até uma vida inteira!
Estamos constantemente decidindo nosso destino em espaços de segundo; desde ainda no ventre de nossa mãe, nós decidimos a grande hora! Se vamos levantar ou não da cama, se vamos fazer nossa higiene, que vestimenta usaremos? (atitude de segundo que pode te deixar o dia todo sentindo frio ou calor).
Utilize seu espaço de segundo, mas não despreze seus minutos, horas posteriores, aqueles que decidimos não colocarmos o cinto de segurança e logo após vem a fatalidade ou aquele instante em que você decide seguir seus instintos animais e minutos depois sua ou seu cônjuge lhe flagra em pleno adultério (normalmente segue-se aí uma separação e muita tristeza familiar).
Não sejamos tão pessimistas, temos instantes de decidirmos falar a palavra certa na entrevista de emprego e horas depois somos chamados para a vaga, ou aquele instante em que você reúne todas as suas forças que nem mais acredita existir e vence a tão sonhada maratona, o espaço de segundo do “sim” frente ao padre no altar.
Somos movidos por espaços de segundos. Você pode até contar seu dia pelas horas que o completam, mas suas decisões e seu destino estão amarrados pela linha tênue do instante.
Alguns fios de instantes passam por nós desapercebidos, enquanto outros morrem conosco, ou grudam em nosso pescoço sufocando-nos de tanto em tanto (para lembrar sempre o que você fez daquele instante). Infelizmente (ou não) costumamos lembrar dos nós que sufocam, pois são com eles que aprendemos as maiores lições para vida (aproveitem este nó como laço positivo de ensinamento).
Já os laços mais lindos e soltos, de decisões felizes e assertivas, nos servem para alimentar nosso eu para seguirmos confiantes e com autoestima elevada, na certeza de que cada espaço de segundo será melhor do que o segundo passado e assim sucessivamente por toda nossa vida.
Vale lembrar que os espaços de segundos não voltam, mas você pode e tem o livre arbítrio de ao longo do tempo ir alterando, ressignificando estes nós, tornando-os laços leves e soltos para seu bem viver. Como profissional coach, com formação em programação neurolinguística, costumo trabalhar estes nós sufocantes com meus clientes, com resultados muito favoráveis.
Pensar antes de cada segundo de instante sobre suas decisões o deixará ao longo da vida com mais laços que nós, pois lembre-se que o instante é seu, as consequências são dos seus!

Lorena Fontoura
Coach e Coautora dos livros de Gestão Pessoal da Editora Pragmatha

O que realmente é o processo de coaching?


Ouve-se muito falar sobre Coaching: “Contrate um Coach e tenha sucesso garantido”, “Potencialize-se fazendo Coaching”.
Nos dias atuais as mídias e redes sociais estão falando muito sobre o assunto, mas você sabe realmente qual a proposta deste processo ou quando você deve utilizar-se dele? Coach é o profissional da área e coachee é o seu cliente (você), enquanto coaching é o processo em si.
Antes de falar sobre o processo, deve ficar claro que coaching não é terapia, pois não se trabalha com problemas do seu passado (há profissionais especializados para tais fins, como psicólogos e psiquiatras). Também coaches não são treinadores, como a tradução da palavra nos dá.
Coaching é um processo com início meio e fim, onde exerce-se uma relação de confiança com o coachee. Trabalhamos como facilitadores no desenvolvimento do autoconhecimento do nosso cliente, estimulando e potencializando suas habilidades capacidades e competências para atingir seu objetivo.
É um processo de reflexão e interiorização, pois durante as sessões (que variam de oito a dez), e de comum acordo, serão traçadas metas alcançáveis e planos de ação para semana, todas direcionadas ao objetivo final.
O profissional utiliza-se de inúmeras técnicas e ferramentas, entre elas, as “perguntas poderosas”, que na verdade são perguntas comuns, curtas e simples, porém que contam com as competências deste profissional em formulá-las assertivamente no momento oportuno, somando habilidade de uma escuta ativa e seu conhecimento da essência humana.
Coachs, como no meu caso, em Formação em PNL (Programação Neuroliguística), dispõem de mais recursos e técnicas para utilizar durante o processo. Também podemos ressignificar crenças limitantes e fazer uso da hipnose se necessário for.
O processo de Coaching envolve etapas, bem como nosso coachee:
Processo / Coachee
1 – Conversa, conhecimento e aprovação / Vontade
2 – Seleciona dados, agregar significado / Identificação
3 – Identifica Crenças limitantes / Conscientização
4 – Faz suposições sobre itens anteriores / Capacidade e garra
5 – Chega à conclusão / Dedicação
6 – Toma decisão / Persistência
7 – Divide metas atingíveis / Disciplina
8 – Empreende a ação / Superação
9 – Atinge objetivo desejado / Vitória

Perceba que o caminho é trilhado pelo coachee, cabe ao profissional acompanhar seu avanço no processo, que foi previamente acordado entre ambos nas sessões. Cabe a nós, coachs, maximizar o desempenho para que nosso cliente liberte seu potencial e autoestima, provocando uma onda motivacional constante no processo.

– Você está sendo promovido, mas sente-se inseguro de corresponder às expectativas? O coach ajudará você a resgatar a sua autoestima e pontencializar suas habilidades, ressignificando suas crenças limitantes.

– Você tem como objetivo falar em público, mas é tímido e tem medo (todos nós temos)? O coach, com suas técnicas e ferramentas, irá ajudá-lo a superar suas limitações. Se quiser, poderá chegar a ser um palestrante;

– Você que está em um cargo de liderança, mas teme não ser bem-sucedido e aceito pelos liderados? O coach, com formação em PNL, saberá maximizar teu potencial para uma liderança de sucesso, com empatia entre outras habilidades.

Você se sente meio perdido no caminho, na profissão ou nos estudos? O coach saberá facilitar seu desenvolvimento na busca do autoconhecimento.

Você já passou dos 50 anos ou está aposentado e sem perspectiva de futuro a curto prazo? O coach com suas técnicas e PNL o ajudarão a resgatar sua autoestima e motivação para novos prazeres.

Existem muitas especialidades no mercado relacionadas ao coaching. Mencionei as que trabalho, mas há coaching para emagrecimento, para finanças, para executivos etc. Agende uma sessão (costumo fazer a primeira gratuitamente), e juntos iremos identificar qual especialidade você está necessitando neste momento e siga em frente, porque o futuro é belo e brilhante para aqueles que se desenvolveram como seres mais humanos de bem e valor!

Lorena Fontoura
Coach e Coautora das obras de Gestão Pessoal da Editora Pragmatha

Aceito ou compreendido, você sabe a diferença?


Ser amado todos nós desejamos e sabemos exatamente (ou quase) o que é amor, mas você sabe o que significa efetivamente ser aceito? Conhece a diferença entre ser aceito e ser compreendido? Vamos à nossa reflexão de hoje.
Você consegue ser aceito, mas pode não ser compreendido, pois aceitar é consentir algo ou alguém de maneira voluntária e sem oposição.
Antes de querer ser aceito, lhe pergunto: você se aceita como é? Se você sabe conviver com seus erros do passado, fazendo deles aprendizado para o presente, encara o futuro com oportunidade de crescimento e felicidade. Então sua resposta é afirmativa, você se aceita como é.
E o outro, você aceita? Se não tolera erros e equívocos, sem enxergar o bem dos comportamentos ou ações, sua resposta é “não”! Prefiro acreditar que você respondeu “sim”.
Aceitarmos o próximo, é quando nos sentimos à vontade ao seu lado, quando e reconhecemos como semelhante e queremos dividir com ele o universo, quando reconhecemos sua existência humana.
Aceitar é difícil, no entanto é ainda de longe mail fácil que a compreensão. Para você compreender o outro é preciso mergulhar no universo da pessoa, requer uma análise, reflexão na busca em saber quais razões, motivos, medos, alegrias, dúvidas, frustrações que o tornaram tão humano quanto você.
A compreensão é uma imersão maior na individualidade do outro, exige um profundo senso de humanidade e compaixão. Portanto, ser compreendido está muito além de ser aceito. Enquanto a aceitação reconhece a condição humana, a compreensão reconhece alguém como Ser humano, mas também as razões, motivos, medos, alegrias, dúvidas, frustrações que o tornam humano igual a você.
Para compreender o outro, antes é necessário que você se aceite e se compreende, em outras palavras, que você tenha um grau elevado de autoconhecimento, de desenvolvimento humano e inteligência emocional ampliada, reconhecer sua missão de vida, antes de buscar compreender o outro.
Os processos de coaching facilitam sua compreensão de si, com ferramentas e técnicas específicas que impulsionam para o autodesenvolvimento, autoconhecimento e amplia sua inteligência emocional consideravelmente.
Como coach, sonho com o dia em que nossos sucessores aprendam nas escolas a trabalhar, identificar e controlar suas emoções, ampliando o autoconhecimento para olhar com olhos de bondade, carinho e amor ou próximo!
E então vocês devem estar se perguntando: mas e quanto ao amor?
O amor aceita, compreende e ainda examina semelhanças, diferenças, busca admiração, identifica a química da atração. São frações de segundos que faz você querer estar perto daquela pessoa ou seu animal de estimação, até mesmo aquele beija-flor que todas as manhãs vem nas flores do seu jardim.
O amor é uma emoção sublime à compreensão humana, pois é divino. Existem muitas formas de amor, e todas valem a pena.
A emoção amor, está conosco a todo instante, e de todas as maneiras.

Lorena Fontoura
Coach, coautora das obras de Gestão Pessoal da Editora Pragmatha