Todo empregado poderá ser um colaborador ou um competidor

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Tendo em vista a era da inteligência social, faz-se importante abordar o tema ‘colaboração’ em detrimento a ‘competição’ que se instala dia após dia nas organizações. Todo empreendedor deseja alcançar o sucesso com seu investimento; porém, a atenção muitas vezes fica focada na administração financeira do negócio. Sabemos de antemão que toda empresa tem por finalidade gerar lucro. E lucro advém de onde? Muitos responderão: do cliente externo! Eu penso que a principal figura lucrativa dentro de um empreendimento é o colaborador, aquele que colabora com o negócio. Olhando por este prisma, é natural pensar que se o colaborador não for estimulado pelo gerente ou pelo empreendedor ele se torna seu principal competidor. Você já pensou nisso? Muito bem! Todo empregado poderá ser um colaborador ou um competidor. Se o seu superior também for um colaborador, você terá um empregado dinâmico, ativo, responsável, comprometido, ético e com excelência no atendimento. Por outro lado, se o seu superior competir com o empregado, então a empresa corre o risco de ter um empregado que alimentará emoções destrutivas e, neste caso, tudo o que for características positivas para o negócio fluir estará sob ameaça.

Muitos empregados manifestam descontentamento por não conseguirem se expressar diante das necessidades que observam na empresa onde trabalham porque os seus gerentes, muitas vezes, temem que o empregado se sobressaia e ocupe o seu lugar de destaque. Então, o gerente passa a ser um competidor da sua própria equipe. Isso coloca em desequilíbrio a relação espontânea de colaboração. E agora? A ideia deste texto tem como objetivo principal bem definido despertar a consciência perceptiva e reflexiva das pessoas que constroem todos os dias uma empresa e que permitem a expansão da lucratividade. Neste sentido, há que se observar a relação entre o pensar, o sentir e o agir social. Logo, é extremamente relevante, nos processos de desenvolvimento organizacional, que se faça a identificação das competências individuais e reconheça as fragilidades, motivando para a superação destas; criando conscientização organizacional e desenvolvendo, dessa forma, ações de planejamento estratégico e definição de metas que promovam o crescimento individual de cada pessoa contratada. Neste sentido, haverá uma gestão que promoverá o progresso psicológico, social e ocupacional de todas as pessoas envolvidas nos processos gerenciais e operacionais. E, neste ínterim, a colaboração se fará mais forte, terá maior vigor do que a competição.

Na gestão de pessoas é necessário apenas colaborar, permitindo, assim, que a criatividade flua naturalmente em prol da empresa. Já para quem escolher competir dentro de um gerenciamento, terá que competir, também, com a ansiedade que será gerada nas pessoas e esta, por sua vez, impede o fluxo natural da criatividade. Logo, percepção, fará a diferença competitiva no mercado e promoverá o desenvolvimento contínuo das pessoas que trabalham na organização.

Nora Nadir Soares, psicóloga

Hora de Colaborar x Hora de Competir. Você diferencia? Leia mais.

 

 

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