A cooperação é cada vez mais uma exigência

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A Ética de origem, presente nos primeiros grupamentos humanos, estabelecia que, se nos mantivéssemos em círculo para nos defender dos ataques dos predadores, e se seguíssemos a trilha que levava ao rio, estaríamos salvos.

A união de fato fazia a força e foi assim que as civilizações se constituíram e se mantiveram até nossos dias. De lá para cá, temos aproveitado o melhor de cada etapa civilizatória com a finalidade de prosseguirmos na marcha evolutiva.

Atualmente, embora a multiplicidade dos modelos de “como fazer mais rápido e melhor”, observando os efeitos não só do que foi feito – resultado – mas de quem faz, seres humanos, percebemos que a cooperação é cada vez mais uma exigência. Dividir para multiplicar torna-se então uma equação lógica e Ética.

Em tempos de escassez material, real ou imaginária (referindo-me aqui às instâncias psicológicas de cada ser) o ditado de que “sozinhos vamos mais rápido, porém juntos vamos mais longe”, tornou-se uma necessidade imperiosa.

O coworking, ou trabalho feito em equipe, com ganhos e louros compartilhados, faz com que o lugar de cada um fique mais garantido, possibilitando que a marca do humano apareça.

A competição tão ensinada e tão bem aprendida nos anos 90 começa a cair de moda pelo mesmo preceito Ético original: não sustentou os valores adquiridos e nem gerou bem-estar e equanimidade para o planeta.

A sensação de fracasso ou de esforço improdutivo pode nos alcançar em todas as formas de relacionamento, seja na empresa, no casamento, com os filhos ou entre amigos… Felizmente, estamos atentos e em tempo de mudar o rumo desta História.

Alcione Reis de Albuquerque, psicóloga

Hora de Colaborar x Hora de Competir. Você diferencia? Leia mais.

 

 

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