Como lidar com as incertezas?

Como lidar com a incerteza? Seguindo a ótica de um analista de sistemas, pode-se pensar: esta incerteza me atinge? Se não, OK, vida que segue. Se sim, quais seriam as consequências (listando o maior número provável de situações), que poderiam ser: a) é identificável? b) qual a causa? c) qual a frequência: imediatamente, a médio prazo, a longo prazo? d) posso conviver com ela? e) diz respeito só a mim? f) envolve terceiros? g) é algo prático, do dia-a-dia? h) é algo emocional? i) … e assim por diante. Seguindo o conceito, para cada pergunta, uma resposta sim ou não, que podem ou não remeter a outras perguntas. E assim, vai-se formatando este fluxograma, que talvez nos dê as respostas para a premissa preliminarmente apresentada. Por outro lado, pode-se abordar uma metodologia científica: formular a afirmativa que se quer vir a provar (ou não). A partir daí, construir uma série de perguntas, espécie de questionário, com perguntas abertas ou fechadas (abertas = porque tal coisa… e fazer digressões sobre…; fechadas = resposta sim ou não). A partir de todos os questionamentos formulados, montaremos uma planilha com os resultados e passaremos à análise dos dados coletados. Com esta análise, podemos inferir soluções que os dados indicaram e aplicá-las. Pronto, a incerteza está clarificada, quantificada e solucionada. Ou talvez, não fazermos nada disso e utilizarmos a velha técnica humana que é conviver com ela, independente de qual seja, levando a vida em frente e muitas vezes deixando com que a incerteza se esmaeça ou se desvaneça com nosso maior/menor/pior/sei lá/inimigo/amigo: o tempo. Pessoalmente, penso que o tempo resolve todas as incertezas. Paulo Rocha, Captação, Comercialização e Produção de Eventos

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